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Vereadores de Santa Rita pedem que população coopere com os trabalhos da comissão da Copasa

24/10/2017 | 00:00:00

A Comissão da Copasa, instaurada pela Câmara Municipal, quer contar com informações de populares para integrar os trabalhos que analisam a prestação de serviço da Companhia de Saneamento de Minas Gerais em Santa Rita do Sapucaí. O relator da comissão, Giácomo Henrique Costanti, em entrevista na manhã desta terça-feira (24), disse que fotos e vídeos de moradores podem constar do documento final da comissão.

Ele citou um caso ocorrido, na segunda-feira (23), de um suposto lançamento de esgoto no rio Sapucaí. O presidente da câmara, Alexandre Márcio da Silva Labruna, chegou a ir ao local, nas não conseguiu o registro “mas o morador conseguiu” disse Costanti que completou “nós conclamamos a população a ser parceira nossa. Tire foto, filme e mande para nós”.

A comissão conta também com especialistas na área de meio ambiente e saneamentos para assessoria técnica da comissão da Copasa. O presidente da Câmara, Alexandre Márcio da Silva Labruna, confirmou a contratação de profissionais e afirmou “em 20 anos ninguém sequer tocou nesse assunto” ao se referir à instalação da Comissão da Copasa.

A comissão tem prazo regimental de 90 dias para concluir o relatório das investigações. De acordo com o presidente da comissão, Marcos Tatinha, o trabalho deve buscar a produção de provas e contraprovas dos problemas encontrados no município.

Ele e mais uma comitiva de vereadores participaram, na segunda-feira (23), de uma audiência pública sobre a empresa, na Assembleia Legislativa do Estado proposta pela Comissão de Defesa do Consumidor e Contribuinte. O encontro para o presidente da comissão resultou em ideias para a sequência dos trabalhos.

“Os problemas são praticamente os mesmos, falta de água, água suja nas torneiras, taxas abusivas cobrando sem ter o tratamento devido. Nós temos algumas linhas de trabalho que vamos abrir na nossa investigação e o relatório final será encaminhada aos órgãos competentes.”

A audiência pública na Assembleia do estado contou com a presença de representantes de vários municípios mineiros. Segundo o deputado Fabiano Tolentino em 20 câmaras municipais há comissões parlamentares de inquérito sobre a Copasa. Há também um movimento para instaurar o procedimento na assembleia estadual. O diretor de Operação da Copasa, Gilson Queiroz, participou da audiência e na ressaltou a previsão de investimento da empresa. Em 2017, o valor totaliza R$ 450 mi e para 2018, R$ 577 mi. O diretor de operação metropolitana, Rômulo Perilli, falou sobre obras feitas no estado.

O vereador de Santa Rita, Giácomo Costanti, lamentou a ausência da presidente da Copasa, Sinara Inacio Meireles, e disse que os representantes enviados pela companhia não tinham conhecimentos de todas as regiões do estado. “Nós do Sul de Minas ficamos sem respostas, eles não sabiam falar nada de Santa Rita.”

 

Da redação, Daniele Peixoto.

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